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30 passos para tagueamento de planta industrial

O SIGMA – Sistema Gerencial de manutenção, fornece um processo de tagueamento de plantas industriais bastante robusto, moderno e completo. Acesse www.centralsigma.com.br e faça download completo do software.

Na área alimentícia, o tagueamento adequado e seguro, é um processo fundamental para organizar e identificar os equipamentos, tubulações e outros elementos da instalação. Aqui estão 30 passos que podem ser seguidos para realizar o tagueamento de forma eficaz:

  1. Reúna uma equipe multidisciplinar: Envolve profissionais de engenharia, manutenção e operação para garantir uma abordagem abrangente.
  2. Mapeie a planta: Crie um diagrama ou layout detalhado da planta, identificando todos os equipamentos e estruturas.
  3. Crie um sistema de identificação: Estabeleça um sistema de tagueamento consistente e lógico para todos os elementos da planta.
  4. Identifique os tipos de equipamentos: Classifique os equipamentos em categorias, como bombas, tanques, válvulas, etc.
  5. Estabeleça uma convenção de nomenclatura: Defina regras claras para nomear cada equipamento ou elemento.
  6. Escolha os materiais de tag: Selecione etiquetas duráveis e resistentes para identificação, como placas metálicas ou etiquetas adesivas.
  7. Defina códigos de cores: Use cores para categorizar equipamentos ou áreas, facilitando a identificação visual.
  8. Documente cada equipamento: Mantenha um registro detalhado de cada equipamento, incluindo modelo, número de série, capacidade, data de instalação, entre outros.
  9. Realize inspeções visuais: Caminhe pela planta para identificar todos os elementos que precisam de tagueamento.
  10. No SIGMA acesse o módulo de TAGs para acompanhar e gerenciar o tagueamento, criando as etiquetas.
  11. Atribua tags únicos: A cada elemento deve ser atribuído um tag único que o identifique de forma exclusiva.
  12. Etiquete os equipamentos: Aplique as etiquetas de forma visível e duradoura em cada equipamento.
  13. Registre informações no SIGMA : Insira todas as informações relevantes sobre cada elemento .
  14. Atualize as informações regularmente: Garanta que o SIGMA esteja sempre atualizado com as mudanças na planta.
  15. Treine a equipe: Certifique-se de que todos os funcionários compreendam o sistema de tagueamento e saibam como usá-lo.
  16. Realize auditorias periódicas: Verifique se as etiquetas estão em boas condições e se as informações estão atualizadas.
  17. Padronize a documentação: Crie modelos de formulários e relatórios para manter a documentação consistente.
  18. Garanta a rastreabilidade: Certifique-se de que seja possível rastrear a origem de cada equipamento e suas manutenções.
  19. Estabeleça protocolos de segurança: Utilize etiquetas para identificar perigos potenciais e procedimentos de segurança.
  20. Integre a identificação visual: Use símbolos, pictogramas e cores para facilitar a compreensão rápida.
  21. Considere etiquetas RFID: Se necessário, utilize etiquetas de identificação por radiofrequência para um monitoramento mais avançado.
  22. Estabeleça procedimentos de manutenção: Crie planos de manutenção preventiva para todos os equipamentos.
  23. Digitalize a documentação: Armazene informações relevantes em formato digital para fácil acesso.
  24. Mantenha registros de histórico: Registre todas as manutenções e reparos realizados em cada equipamento.
  25. Implemente inteligência artificial: Utilize IA para prever falhas e otimizar os processos de manutenção.
  26. Crie um sistema de busca eficiente: Desenvolva um sistema que permita a rápida localização de elementos na planta.
  27. Treine a equipe de manutenção: Garanta que a equipe de manutenção saiba como usar o sistema de tagueamento.
  28. Monitore o desempenho: Avalie regularmente a eficácia do sistema de tagueamento e faça melhorias quando necessário.
  29. Esteja em conformidade com regulamentos: Certifique-se de que o tagueamento atenda a todas as normas e regulamentações aplicáveis.
  30. Revise e atualize regularmente: O tagueamento de plantas industriais é um processo contínuo, portanto, mantenha-se atualizado e revise o sistema periodicamente.

As normas e regulamentações aplicáveis à indústria alimentícia podem variar dependendo da localização geográfica e do tipo de operação. Segue algumas normas e regulamentações mais comuns que se aplicam globalmente ou em várias regiões, citando as fontes de referência:

ISO 22000: Sistemas de Gestão de Segurança de Alimentos

  • Fonte: International Organization for Standardization (ISO)
  • Descrição: Estabelece requisitos para sistemas de gestão de segurança de alimentos, ajudando as organizações a controlar os riscos de segurança alimentar em toda a cadeia de abastecimento.

HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle)

  • Fonte: Codex Alimentarius (FAO/WHO) e regulamentos locais
  • Descrição: Um sistema baseado na identificação e controle de perigos significativos para a segurança alimentar em todas as etapas da produção.

GMP (Boas Práticas de Fabricação)

  • Fonte: Vários regulamentos locais, como o FDA nos EUA e a EMA na UE.
  • Descrição: Estabelece padrões para a produção, armazenamento e distribuição de alimentos, garantindo a qualidade e a segurança.

FSSC 22000: Sistema de Segurança Alimentar Certificada

  • Fonte: Foundation for Food Safety Certification
  • Descrição: Um esquema de certificação reconhecido internacionalmente para sistemas de gestão de segurança alimentar.
  1. BRC Global Standard for Food Safety
  • Fonte: British Retail Consortium (BRC)
  • Descrição: Define padrões para garantir a segurança e a qualidade dos alimentos destinados a empresas do setor de varejo.

FSMA (Lei de Modernização da Segurança Alimentar)

  • Fonte: Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos
  • Descrição: Uma lei que impõe requisitos rigorosos de segurança alimentar para empresas que fabricam, processam, embalam ou armazenam alimentos nos EUA.

Regulamento (CE) nº 852/2004 sobre a Higiene dos Alimentos

  • Fonte: União Europeia (UE)
  • Descrição: Estabelece requisitos de higiene alimentar em toda a cadeia de produção de alimentos na UE.

Codex Alimentarius

  • Fonte: Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e Organização Mundial da Saúde (OMS)
  • Descrição: Uma coleção de padrões, diretrizes e códigos de práticas internacionais para alimentos, destinados a proteger a saúde dos consumidores e garantir práticas justas no comércio de alimentos.

Regulamentos Nacionais e Locais

  • Fonte: Agências regulatórias de alimentos de cada país (por exemplo, FDA nos EUA, ANVISA no Brasil, FSA no Reino Unido, etc.)
  • Descrição: Cada país tem seus próprios regulamentos e normas específicas relacionadas à segurança alimentar e à produção de alimentos.

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